segunda-feira, 7 de novembro de 2011

07 de novembro – Dia da Floresta e do Clima



Floresta
Florestas formam um biócoro com alta densidade de árvores. Segundo alguns dados, as florestas ocupam cerca de 30% da superfície terrestre. As florestas são vitais para a vida do ser humano, devido a muitos fatores principalmente de ordem climática. As florestas podem ser de formação natural ou artificial:
Uma floresta de formação natural é o habitat de muitas espécies de animais e plantas, e a sua biomassa por unidade de área é muito superior se comparado com outros biomas. Além disso, a floresta é uma fonte de riquezas para o homem: fornece madeira, resina, celulose, cortiça, frutos, bagas, é abrigo de caça, protege o solo da erosão, acumula substâncias orgânicas, favorece a piscicultura, cria postos de trabalho, fornece materiais para exportação, melhora a qualidade de vida.
As florestas plantadas são aquelas implantadas com objetivos específicos, e tanto podem ser formadas por espécies nativas como exóticas. Este é o tipo de florestas preferido para o uso em processos que se beneficiem da uniformidade da madeira produzida, como a produção de celulose ou chapas de fibra, também chamadas de placas de fibra, por exemplo. Assim como as culturas agrícolas, o cultivo de florestas passa pelo plantio, ou implantação; um período de crescimento onde são necessários tratos culturais (ou silviculturais) e um período de colheita.
A mais conhecida floresta é a floresta pluvial Amazônica, maior que alguns países. Erroneamente considerada o Pulmão do Mundo, não é, pois foi comprovado cientificamente que a floresta Amazônica consome cerca de 65% do oxigênio que produz (com a fotossíntese) com a respiração e transpiração das plantas. Atualmente aceita-se o conceito de "ar condicionado" do mundo, devido a intensa evaporação de água da bacia. A corrente de ar e a intensa atividade biológica contribuem para manter a temperatura média do planeta e retardar o efeito estufa.
Existem também as florestas tropicais sazonais. São aquelas que perdem suas folhas nas estações de Inverno e Outono, adquirindo uma cor amarelada, avermelhada ou alaranjada.
A uma pequena floresta também se dá o nome de mata.

Clima
O clima (do grego para "inclinação", referindo o ângulo formado pelo eixo de rotação da terra e seu plano de translação) compreende um padrão dos diversos elementos atmosféricos [1] que ocorrem na atmosfera da Terra. Fenômenos como frente frias, tempestades, furacões e outros estão associados tanto às variações meteorológicas preditas pelas leis físicas determinísticas, assim como a um conjunto de variações aleatórias dos elementos meteorológicos (temperatura, precipitação, vento, umidade, pressão do ar) cuja principal ferramenta de investigação é a estatística. As semelhanças em várias regiões da Terra de tipos específicos caracterizam os diversos tipos de clima, para o que são consideradas as variações médias dos elementos meteorológicos ao longo das estações do ano num período de não menos de 30 anos.

Fonte

sábado, 5 de novembro de 2011

05 de novembro - Dia do técnico agrícola


Com tantas datas a serem comemoradas, todas muito importantes para os técnicos agrícolas, havia uma imprecisão, entre a categoria no país. Os Estados comemoravam o “DIA DO TÉCNICO AGRÍCOLA” em datas díspares. Por isso, a FENATA-Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas, Entidade Sindical fundada após a promulgação da Constituição de 1988, realizou um ENCONTRO NACIONAL DOS TÉCNICOS AGRÍCOLAS, em Brasília, no dia 2 de fevereiro de 1988. Nesse evento foi aprovada a deliberação de que o Dia do Técnico Agrícola deveria ser comemorado em nível nacional, no dia 5 de novembro, data em que foi publicada a Lei 5.524, que criou a profissão.
Em nível nacional, tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de lei nº 2986, proposto pelo Deputado Federal José Ivo Sartori, do PMDB do RS, que institui oficialmente o dia 5 de novembro como o dia do técnico agrícola.


Fonte

05 de novembro - Dia da cultura e da ciência


Em 05 de novembro de cada ano comemora-se o “Dia Nacional da Cultura e da Ciência” em homenagem à memória de Rui Barbosa, nascido a 5 de novembro de 1849. Essa data foi instituída pela Lei número 5.579, de 15 de maio de 1.970.

Rui Barbosa, eminente estadista brasileiro, foi o pioneiro da cidadania e dos direitos humanos, um dos mais importantes personagens da História do Brasil. Era dotado de inteligência privilegiada e de grande capacidade de trabalho. Foi presidente da Academia Brasileira de Letras em substituição ao grande Machado de Assis. Representou o Brasil na Segunda Conferência Internacional da Paz, em Haia e também foi eleito Juiz da Corte Internacional de Haia, um cargo de enorme prestígio. Cidadão exemplar, ainda hoje sua memória é fonte de inspiração para um grande número de brasileiros.

Lei número 5.579, de 15 de maio de 1970 - Institui o "Dia da Cultura e da Ciência", e dá outras providências.

O presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1º Fica instituído o "Dia da Cultura e da Ciência", que será comemorado a cinco de novembro de cada ano, como homenagem a data natalícia de figuras exponenciais das letras e das ciências, no Brasil e no mundo.

Parágrafo único. As comemorações a que se refere o presente artigo terão como escopo o Conselheiro Rui Barbosa, nascido a 5 de novembro de 1849.

Art. 2º O Ministério da Educação e Cultura estabelecerá as normas para a divulgação da vida e da obra de Rui Barbosa, principalmente nos estabelecimento de ensino do País.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

27 de outubro - dia do Engenheiro Agrícola


Você sabe o que significa ser Engenheiro Agrícola?

Eu escolhi ser profissional numa modalidade de Engenharia que ainda é pouco conhecida no Brasil. Sempre que alguém pergunta a minha profissão e eu respondo: Engenharia Agrícola, percebo que as pessoas entendem uma duas de duas coisas. Ou entendem AGRONOMIA, ou entendem TÉCNICO AGRÍCOLA. Até acho natural que ainda seja assim. Na primeira porque a Engenharia Agrícola surgiu de uma das áreas da Agronomia, e na segunda porque o Técnico Agrícola desempenha papel similar ao do Engenheiro Agrícola só que no nível médio.

Para comemeror o dia do Engenheiro Agrícola deixarei um texto para reflexão e para mostrar (nas entre linhas) as muitas possibilidades de atuação desse profissional.

Engenharia Agrícola: Uma profissão dedicada à Vida e ao Brasil.
O pulmão do mundo está encolhendo, as gigantescas montanhas geladas do Alaska já não são tão gigantes assim; estão se derretendo – e por mais incrível que isso possa parecer não está aumentando a água doce disponível, mas sim o nível médio dos mares, o que tem tirado o sono dos Holandeses e de outros. E o famoso ‘buraco na camada de Ozônio’? – Ah! Este é cada dia maior e a culpa não é mais do desodorante aerosol, mas do boi. Dá pra acreditar nisso?
A população mundial continua crescendo e no mesmo rítmo também a demanda por alimentos. E mais: o povo ‘tá’ ficando mais inteligente e exigindo também qualidade. A agricultura está desempenhando brilhantemente o seu papel. A produção está à potência máxima. Somos capazes de nos dar o luxo de desperdiçar cerca de 40% de todo o alimento que produzimos hoje. Mas, não temos sido capazes de enxergar os milhões de famigerados espalhados por esse mundinho globalizado.

Ao mesmo tempo em que se fala de ‘café orgânico’ e ‘boi verde’, fala-se em engenharia genética. E fala-se também em agricultura sustentável; mas que sustentabilidade é essa? - Será a sustentabilidade econômica ou a social? E a coerência ecológica, onde fica?
O uso intensivo da terra provoca modificações, as vezes lentas, mas constantes. A natureza continua tentando fazer a sua parte. A chuva continua mal distribuída, mas caindo do mesmo jeito. O solo desprotegido não tem se conservado. A água o induz a fazer uma caminhada sem volta. Em alguns lugares o rio fica sem fundo em outros o fundo fica sem água. E a vida continua...
Depois de ‘Doole’ os ‘Transgênicos’. Agora o ‘Mercado de carbono’ e as ‘Energias Renováveis’ são os temas da vez. O que virá depois? A agropecuária mundial (vista com olhos de produtor rural) mais parece um filme de ficção científica: as análises químicas do solo são feitas em aparelhos de nome muito estranho (espectrofotometro de absorção atômica).
Os tratores são inteligentes, possuem computador de bordo e tem até Joystick – parece ‘video game’. E não pára por aí. Eles ainda podem ser teleguiados por uma constelação de satélites na órbita terreste.

Como se não bastasse a invenção das semeadoras, transplantadoras, etc, hoje já existe máquina até para colher alface. Parece mentira mas não é. A máquina, colhe a alface, lava, corta e embala. Se isso te pareceu perfeito veja que não é: você ainda tem que acrescentar sal a gosto e azeite. Não esperava mesmo que a máquina fizesse tudo! Mas ainda vamos chegar nesse nível, talvez não com uma máquina que conheça o seu gosto individual pelo sal, mas com uma alface que já venha salgada de “fábrica”. Isso não é impossível já fizeram até algodão que não precisa ser tingido: é colorido de nascença.

A tecnologia gera evolução e esta incansável busca pelo conforto vem provocando impactos negativos no ecossistema terrestre, muitos até irreversíveis. Mas a vida prossegue seguindo o seu caminho manquitolando por entre as feridas deixadas pelas patas humanas.

Até onde vai essa destruição? Onde está o limite? – essas perguntas e outras tantas parecem não ter resposta, pois em pleno século XXI – onde já se fala na colonização do planeta vermelho - o uso de agrotóxicos ainda é indiscriminado, o uso da terra não considera a sua aptidão agrícola e queimadas ainda são consideradas técnicas de cultivo. E a famosa irrigação? - Esta mais parece molhação, ou melhor dizendo: gastação hídrica de dinheiro.

Mas de quem é a responsabilidade? Quem deve controlar os processos produtivos da nossa agricultura?

A responsabilidade é todos que têm capacidade técnica e ética profissional para aplicar seus conhecimentos com o objetivo de realizar projetos economicamente viáveis, socialmente justos e ecologicamente corretos. E assim garantir a produção agrícola, com qualidade e com um nível de dano ambiental mínimo.

É hora de ouvir o brado retumbante desse povo heróico, da terra garrida, cheia de vida, com bosques cheios de flores de muitas cores. Esta mesma Terra que é amada e idolatrada, que tem Pelé e tem futebol, e que tem também um certo Nicolau (aposto de que você já se esqueceu do Juiz LaLau do Santos Neto) sem ética profissional. Mas o Brasil tem também uma agricultura que através do seu negócio (AGRONEGÓCIO) tem mantido a Balança Comercial Positiva e ajudado a financiar obras eleitoreiras, PAC’s, Bolsas ‘Disso e Daquilo’, etc., mas que tem contribuido também para colocar, na nossa mesa o sagrado alimento de todos os dias.

A competitividade da agrigultura Brasileira se deve à ciência e à tecnologia produzida por incansáveis técnicos e pesquisadores da Grande Área Engenharia Agrícola.

Estima-se que, hoje, cerca de 70% das atividades agropecuárias passam pelas mãos dos ENGENHEIROS AGRÍCOLAS no Brasil.

PARABÉNS ENGENHEIROS AGRÍCOLAS PELO SEU DIA (27/10).

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

24 de outubro - Dia Mundial do Desenvolvimento


Dia Mundial do Desenvolvimento
O presidente Juscelino Kubitschek, conhecido como JK, empenhou-se em introduzir na nação novo conceito de desenvolvimento, com o predomínio das indústrias sobre a agricultura. A política econômica do presidente JK foi chamada de "Plano de Metas" e procurava atingir seis setores estratégicos da economia: energia, transporte, alimentação, indústria básica, educação e a construção da nova capital, Brasília.

Ao obter os recursos para concretizar seus planos, ele acabou criando uma ousada política econômica que combinava a ação do Estado com a empresa privada nacional e o capital estrangeiro. Seu Plano de Metas contava também com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE), com o Banco do Brasil e a Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc).

JK desenvolveu não só a indústria automobilística, como também abriu vinte mil quilômetros de rodovias, três mil de ferrovias, aumentou 15 vezes a produção de petróleo e construiu as hidrelétricas de Furnas e Três Marias, a indústria automobilística brasileira teve início em 1956, quando foi criado o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia).

No governo de JK houve progresso e desenvolvimento enorme, porque a exportação era maior que a importação, com a substituição da agricultura pela indústria. O maior progresso ocorreu na região Centro-Sul, fato que agravou os desequilíbrios regionais, sobretudo no Nordeste. O setor industrial necessitava de mais operários, enquanto o rural estava estagnado. Em decorrência disso, houve êxodo do campo e crescimento de favelas nas cidades industriais.

Dos países industrializados, o líder em produção industrial, ainda são os Estados Unidos, posto ocupado desde o final da Segunda Guerra Mundial. O segundo lugar cabe ao Japão, que em alguns setores supera os Estados Unidos. Destacam-se ainda: Alemanha, Canadá, França, Itália, Reino Unido e Países Baixos.

Nas últimas duas décadas, o Brasil conseguiu bastante sucesso na diversificação e expansão da produção de bens manufaturados e duráveis. Estimulou indústrias tecnologicamente sofisticadas, como as do campo das telecomunicações, processamento eletrônico de dados, biotecnologia e novos materiais. Quatro setores-chave - o do aço, o automotivo, o petroquímico e o de serviços públicos - foram fundamentais, não só para o progresso industrial, mas também para o desenvolvimento da economia em geral.

O Brasil é considerado, portanto, um país em plena expansão e desenvolvimento, visto que 40% da sua produção total é industrial, 10% é agrícola e 50% é procedente das outras atividades econômicas.

A maior parte do capital do parque industrial brasileiro pertence a empresas estrangeiras; por isso, nossas empresas são transnacionais.

domingo, 23 de outubro de 2011

Mapa da NASA mostra queimadas na Terra

Nesta quarta-feira, a NASA publicou um mapa visual da Terra vista a partir do espaço, que mostra dezenas de milhões de focos de incêndio detectados em todo o mundo desde julho de 2002 até julho de 2011. As imagens revelam que 70% deles ocorreram na África e somente 2% na América do Norte.
No mapa, a agência espacial americana repassa os incêndios captados pelo detector de imagens de satélites Modis, e pelos satélites Terra e Aqua. Entre julho e setembro de 2006, a Nasa captou uma enorme quantidade de incêndios na savana da África Central, provocados sobretudo pelas atividades agrícolas, mas também pela queda de raios.
São mostradas extensas áreas de pasto queimadas no interior da Austrália e também em regiões da Ásia, onde é possível observar um grande número de queimadas agrícolas na China desde 2004.
"O que vemos aqui é uma muito boa representação dos dados por satélite utilizados pelos cientistas para compreender a distribuição mundial dos incêndios e determinar onde e como são as respostas à mudança climática e ao crescimento da população", explicou o especialista Chris Justice, da Universidade de Maryland.
No Brasil, as queimadas têm sido objeto de preocupação e polêmica. Elas atingem os mais diversos sistemas ecológicos e tipos de agricultura, gerando impactos ambientais em escala local e regional.
O monitoramento científico nacional feito pelo Inpe revela a existência de cerca de 30.000 focos de queimadas por ano, em todo o país. Sua origem é essencialmente agrícola e em geral o fogo ocorre em áreas já desmatadas, com padrões espaciais diferenciados e condições de tempo variáveis.

Clique para assistir o vídeo

Fonte: Greenpeace

A fama em favor das florestas

De casa ou do escritório, utilizando seus próprios celulares ou câmeras de computador, celebridades como os atores Wagner Moura, Marcos Palmeira e Alice Braga e a modelo Gisele Bundchen, gravaram mensagens contra as propostas ruralistas de mudança no Código Florestal que estão sendo discutidas pelo Senado. A iniciativa partiu do cineasta Fernando Meirelles, que por sinal também gravou o seu depoimento.
São 25 vídeos, cada um com aproximadamente um minuto, gravados em apoio à cruzada de várias entidades organizadas no Comitê Brasil em Defesa das Florestas. O comitê é composto por mais de 100 entidades, entre elas o Greenpeace e várias outras ongs ambientais, organizações sindicais, a Igreja Católica e movimentos sociais.
O Projeto de Lei 30/2011, que retalha o Código Florestal brasileiro, foi aprovado no dia 21 de setembro na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, mas ainda passará por outras três comissões, antes de ser votado em plenário. No momento, a matéria está na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), onde o relator é o senador Luiz Henrique (PMDB-SC). Está prevista para a próxima terça-feira, dia 25, a apresentação do relatório, em reunião conjunta com a Comissão de Agricultura, na qual o parlamentar também é responsável pela relatoria.
Depois de ver – e eventualmente enviar os vídeos aos senadores – não deixe de assinar também a petição que apela ao Senado para não aprovar a atual proposta de mudança no Código Florestal. Ela é a sentença de morte das florestas brasileiras.

Veja os videos:









Fonte: Greenpeace

sábado, 15 de outubro de 2011

15 de outubro - Dia do Educador Ambiental



EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A educação ambiental é de responsabilidade da escola, dos meios de comunicação e também de toda a sociedade, e surgiu como resposta a necessidades que não estavam sendo plenamente atendidas pela educação formal tradicional. Em outras palavras, a educação deveria incluir conhecimentos, valores, capacidades e responsabilidades, aspectos que fomentassem relações éticas entre seres humanos, e entre as pessoas e a vida no planeta.
A educação ambiental se tornou necessária por não estar integrada à teoria formal da educação. Segundo a doutora em educação ambiental, Susana Padua, “Se educação fosse plenamente abrangente, prescindiria de adjetivos como educação ambiental, educação sanitária, educação sexual, e tantas outras. Todas as áreas estariam contempladas, o que facilitaria a formação de cidadãos atuantes e engajados em melhorias que afetam a coletividade.” (PADUA, S. 2007)
Para ser efetivo, um programa de educação ambiental deve promover o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades para preservar e melhorar a qualidade ambiental. O processo se inicia nas escolas e expande pela vizinhança até chegar à cidade, a região, o país, o continente e o planeta. A aprendizagem será mais efetiva caso a atividade esteja adaptada às situações da vida da cidade ou do meio em que o aluno e o professor vivem.
Apesar do objetivo ser o mesmo, a preservação do meio ambiente, a educação ambiental entre os países é diferente. Enquanto nos países desenvolvidos a preocupação é a proteção da natureza; nos países em desenvolvimento há um enfoque no desenvolvimento comunitário, visando à inclusão social. Todavia, são os países menos desenvolvidos que, normalmente, abrigam uma maior diversidade de fauna e flora e, infelizmente, não possuem recursos para resguardá-la e acabam sofrendo perdas de áreas naturais entre inúmeros danos ambientais.
Para construir uma sociedade sustentável, Esteva e Reyes (1998:36) estabelecem os seguintes aspectos:
1. Criação e fortalecimento de uma consciência ética capaz de promover o respeito à vida e articular uma visão de mundo onde prevaleçam valores que permitam uma relação harmônica e de longo prazo entre a humanidade e a natureza;
2. Elevação do nível de compreensão entre os cidadãos no que diz respeito à gravidade dos problemas socioambientais para que estes não sejam menosprezados ou percebidos com fatalidade;
3. Adoção de elementos conceituais e práticos capazes de ampliar o nível de participação política e social das sociedades regionais e dos indivíduos para a formulação de propostas de desenvolvimento sustentável;
4. Difusão de conhecimentos e alternativas específicas que permitam os seres humanos, na qualidade de indivíduos e membros de um coletivo, a assumir condutas e adotar tecnologias coerentes para o desenvolvimento sustentável;
5. Contribuição para o estreitamento de vínculos de solidariedade e respeito entre os grupos sociais, na busca de uma justiça econômica para reforçar os esforços que visem o rompimento da relação entre a pobreza e a depredação ambiental. Com tais bases conceituais, a educação ambiental facilita a criação de uma cultura ambiental, intimamente ligada à ética ambiental, por incluir todos os seres e apostar na transformação social baseada em novos modelos de desenvolvimento.

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