Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Queremos um Brasil com florestas




Anda meio esquecido mas continua a ser relevante: 17 de julho é o Dia de Proteção das Florestas.  Nos últimos anos, essa data passou a ter uma importância ainda maior para quem deseja manter as florestas do Brasil frente à atual ofensiva antiárvore empreendida no Congresso Nacional. Dessa forma, o Greenpeace promoverá uma ciberação.
O objetivo do Dia de Mobilização Online pelas Florestas é angariar mais assinaturas ao projeto de lei de iniciativa popular pelo Desmatamento Zero. Ela terá início às 15 horas e se estenderá até as 22 horas.
Desde março, quando a campanha foi lançada, mais de 380 mil pessoas assinaram a petição. Até o fim de 2013, espera-se chegar à marca de 1,4 milhão de assinaturas.
Logo, esta é uma excelente oportunidade para mandar um recado ao governo e aos congressistas: queremos um Brasil com florestas.
Serão disponibilizados banners, fotos e algumas mensagens para divulgar esse movimento. As hashtags a serem usadas serão #BrasilcomFlorestas e #DesmatamentoZero.
A participação de todos é essencial. Doe por alguns instantes suas contas nas redes sociais para que a nossa mensagem repercuta em alto e bom som por todo país.


Materiais de divulgação:


Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/queremos-um-brasil-com-florestas/blog/41364/

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Apesar de conhecer como economizar água, brasileiro desperdiça valioso recurso natural


Pantanal

O brasileiro desperdiça água, afirma conhecer formas de economizar o recurso, mas não as coloca em prática. A pesquisa - que faz parte do “Programa Água para a Vida”, uma parceria entre o WWF-Brasil e o Grupo HSBC – mostra que 68% dos entrevistados em 26 estados do país reconhecem o desperdício como a principal causa para o problema de abastecimento de água no futuro.

Qualidade da Água, atividade no Rio São João, RJ 

Quase metade (48%) da população admite gastar água em suas casas com pouco controle. Há cinco anos, essa parcela representava 37%. Nos dois períodos, os entrevistados apontaram que diminuir o tempo de banho é a melhor forma de reduzir o consumo. No entanto, 30% informaram demorar mais de 10 minutos no banho em 2011, enquanto em 2006, 18% despendiam o mesmo tempo para a atividade. Estima-se que em um banho de 10 minutos sejam gastos 100 litros de água. Fechar a torneira ao escovar dentes, consertar vazamentos e não lavar calçadas com mangueira foram os outros meios destacados pelos quais o desperdício pode ser evitado.


Outra questão revelada pelo estudo é o baixo conhecimento sobre o consumo de água no país. Para 81% da população, residências e indústrias são os grandes usuários e apenas 16% avaliam – corretamente – que a agricultura é a grande consumidora de água no Brasil. A produção agrícola é responsável por 70% do uso do insumo e pelo maior gasto sem controle. Além disso, a indústria é vista como a maior poluidora (77%). Ainda é desconhecido, por exemplo, que a poluição das águas por uso doméstico muitas vezes supera a poluição industrial em grandes centros urbanos. “Esses dados demonstram que a percepção do problema se restringe ao ambiente onde vive a maioria da população do país: as grandes cidades. Não há uma visão integrada com a zona rural, onde estão as principais fontes do recurso, e do caminho que esta percorre até chegar às casas e apartamentos. O problema é visto da “torneira para frente” e poucos o reconhecem da “torneira para trás”, explicou Maria Cecília Wey de Brito, CEO do WWF-Brasil.


A pesquisa aponta ainda que 67% dos domicílios pesquisados no país enfrentam algum tipo de falta d’água. No Nordeste, já existe escassez constante do recurso em 29% dos domicílios. Apesar disso, o consumo médio de água diário por habitante no país (185 l) é considerado mediano, próximo do da Comunidade Europeia (200 l), mas muito distante do de regiões secas como o semiárido brasileiro, abaixo de 100 l, e partes da África subsaariana, abaixo de 50 l.

O levantamento mostrou também que 87% das pessoas não conhecem a Agência Nacional de Águas (ANA), órgão regulador do recurso criado pelo governio federal em 2000, e o desmatamento foi apontado apenas por 1% dos entrevistados como uma das causas do agravamento do problema da água no país. “O tema de água doce, seus problemas e oportunidades ainda precisam ser melhor compreendidos pelo cidadão brasileiro. A urbanização crescente nas últimas décadas fez com que mais de 80% da população passasse a morar nas cidades. O descompasso entre o reconhecimento do problema e a tomada de atitudes precisa ser compreendida. A visão sobre a água é limitada, assim como a percepção dos seus problemas”, completa Maria Cecília.

A pesquisa, encomendada pelo WWF-Brasil ao Ibope, ouviu 2.002 pessoas em novembro de 2011 em 26 estados da federação.

Programa HSBC pela Água
Uma parceria entre o Grupo HSBC , WWF, WaterAid e Earthwatch , o programa tem o objetivo de trabalhar com o fornecimento, proteção e educação sobre a água, em cinco bacias de importância estratégica em nível mundial e onde vivem um bilhão de pessoas: a do Yangtze, na China; do Ganges, na Índia; do Mekong, que se expande por territórios da China, Tailândia, Laos , Camboja e Vietnã; do Leste Africano, nas bacias do Ruaha e Mara dividido entre o Quênia e a Tanzânia, e o Pantanal, em terras brasileiras, resultando em um dos projetos ambientais mais inovadores realizado por uma organização financeira.


Fonte: http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?31763

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Um novo plano para salvar o planeta




Neste fim de semana, os oito líderes mais poderosos do mundo irão se reunir no encontro do G8 e poderão entrar em acordo sobre um plano que poderia, literalmente, interromper as mudanças climáticas!


É incrível, mas atualmente, nossos governos dão cerca de 1 trilhão de dólares por ano dos nossos impostos para grandes empresas de petróleo e carvão destruírem nosso planeta. Os principais líderes do mundo já concordaram em acabar com esses pagamentos poluidores, entre eles o presidente Obama, anfitrião do evento. Portanto, se exigirmos agora que eles cumpram suas palavras e redirecionem essa quantidade enorme de dinheiro para energias renováveis, de acordo com especalistas, nós poderíamos realmente salvar o planeta!

É algo tão óbvio que nossos líderes inclusive já entraram em acordo quanto a isso. Vamos manter a pressão sobre o presidente Obama, para que ele lidere as maiores economias do mundo a transformar esses subsídios poluidores em subsídios verdes. Assine a petição urgente à direita e compartilhe com todos seus amigos e familiares – uma campanha maciça neste momento pode forçar nossos líderes a transformar palavras em ação.

ASSINE A PETIÇÃO

Fonte: http://www.avaaz.org/po/a_new_plan_to_save_the_planet/?cl=1817031970&v=14374

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Carros elétricos de aluguel em Paris





Em Paris, Joana Calmon mostra mais uma inovação da prefeitura de Paris: o Autolib. A repórter testa o novo sistema de aluguel de carros elétricos. Uma possível solução para a mobilidade urbana nas grandes cidades.

Fonte:

sábado, 24 de dezembro de 2011

Sustentabilidade sueca



Conheça o distrito de Hammarby Sjöstad, na Suécia, inspirado no conceito de “cidade-simbiótica”. Em reportagem especial para o Cidades e Soluções, Rafael Coimbra mostra como o estilo de vida sustentável se revela em cada pequeno detalhe nesse bairro de Estocolmo. Veja também como um garrafão inventado pelos suecos purifica qualquer tipo de água com a ajuda do sol.


Fonte:

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

E na lista dos desejos para o próximo ano...


O ano não acaba bem para o meio ambiente no Brasil. Só nos últimos meses, tivemos dois acidentes relacionados à exploração de petróleo em áreas oceânicas. Entre eles, o recente acontecido na Baía de Campos, norte do Rio de Janeiro, causado pela petroleira americana Chevron.
Maior que o impacto, grande, foi a falta da governança brasileira em atuar em situações de emergência. Na ocasião do vazamento faltou transparência, faltou verdade, estrutura, fiscalização e ações de comando e controle para garantir a preservação da nossa biodiversidade e a integridade do nosso mar.
O delegado da Polícia Federal Fabio Scliar foi pró-ativo. Lançou hoje uma nota afirmando claramente que “atuaram (representantes da empresa) aqui de maneira leviana e irresponsável”.
A empresa merece o banco dos réus. Mas, não o ocupa sozinha. Compartilha-o com o próprio governo brasileiro. A ANP não regulou, o IBAMA não fiscalizou, a Marinha não tinha estrutura suficiente para operar em casos de acidente off-shore e a Defesa Civil sequer apareceu na cena do crime.
Com uma estrutura dessas não dá para pensar em explorar o tal “bilhete premiado” do pré-sal, que desse jeito pode nos trazer mais problemas do que solução.
Minha lista dos desejos para o próximo ano? Que o governo brasileiro não se esqueça que o Brasil não deve seguir o exemplo dos países desenvolvidos, mas sim dar o exemplo, de como se desenvolver de forma limpa e segura. O nosso futuro é renovável. Investir nosso dinheiro na exploração do pré-sal é investir no passado.
* Leandra Gonçalves é bióloga da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace no Brasil.

Fonte:

sábado, 17 de dezembro de 2011

Um Facebook mais verde. Curta esta idéia

O Facebook e o Greenpeace vão trabalhar juntos para incentivar o uso de energias limpas e renováveis

Já parou para pensar que as fotos, comentários ou simples atualizações que você publica no Facebook ficam armazenados em servidores localizados em alguma parte do mundo? E que estes servidores permanecem 24 horas por dia ligados na tomada para guardar todos bits gerados a partir dos 800 milhões de usuários da maior rede social do planeta?

Com o crescimento da internet, as empresas de TI (Tecnologia da Informação) se tornaram grandes consumidoras de eletricidade, mas até então não se preocuparam em buscar fontes de energia limpas e renováveis para alimentar seus datacenters. Agora, esta história começa a mudar.

Em parceria com o Greenpeace, o Facebook anunciou hoje um programa para promover a geração e o uso de energias limpas, além de incentivar os usuários da rede social a economizar energia e mobilizar ciberativistas para pressionar por políticas de investimento em fontes renováveis.

Este foi o resultado de dois anos de uma campanha do Greenpeace que, com o apoio de 700 mil internautas, pediu para o Facebook usar energias limpas em lugar do carvão para alimentar seus datacenters.

“O Greenpeace e o Facebook trabalharão juntos para incentivar o abandono do carvão e de outros combustíveis fósseis e, em seu lugar, o investimento em energias renováveis”, disse Tzeporah Berman, co-diretor do Programa de Clima e Energia do Greenpeace Internacional. “Esta opção por energias limpas e seguras ajudará a combater o aquecimento global e assegurar uma economia mais forte e comunidades mais saudáveis.”

Os planos do Facebook anunciados hoje incluem alimentar seus datacenters com energias limpas e renováveis em lugar da eletricidade gerada por carvão. A empresa pretende ainda compartilhar seus conhecimentos em eficiência energética com outras empresas de TI através do Open Compute Project, uma rede industrial que trabalha para desenvolver tecnologias mais eficientes.

“O Facebook acredita que nossas matrizes energéticas um dia serão limpas e renováveis e trabalhará com o Greenpeace para que este dia chegue mais rápido”, disse Marcy Scott Lynn, do programa de sustentabilidade do Facebook. “O Greenpeace tem tido grande êxito em usar o Facebook como plataforma para divulgar sua mensagem e engajar as pessoas em suas causas. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto e explorar novas maneiras de levar aos usuários os problemas ambientais que são de interesse de todos.”

“O compromisso do Facebook com as energias renováveis serve de exemplo a empresas como Apple, IBM, Microsoft e Twitter”, disse Casey Harrell, analista sênior de TI do Greenpeace International. “Nossa campanha provou que as pessoas ao redor do mundo querem suas redes sociais alimentadas por energias renováveis e não por carvão.”

Atualmente, o Greenpeace é a ONG (organização não-governamental) de maior presença no Facebook, com 3,85 milhões de seguidores em todo o mundo. Junte-se a nós para um mundo mais limpo.


Fonte:

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brasileiro converte carro com motor a combustão para um veículo elétrico



Carros elétricos já são realidades em boa parte do mundo. Todas as grandes montadoras desenvolveram protótipos. Já existem linhas de montagem produzindo veículos em escala.

Energia se faz em casa

Imaginem que o consumidor de energia elétrica no Brasil possa um dia gerar a sua própria, pagar menos no fim do mês e até acumular créditos. Este futuro pode não estar longe e um bom passo nesta direção aconteceu esta semana em Brasília.

Em audiência pública na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 06 de outubro, representantes do governo, distribuidoras, sociedade civil e academia lançaram ideias de mecanismos para incentivar e regulamentar a geração de energia renovável – solar, eólica, biomassa, entre outros - em pequena escala no país.

Entre as propostas lançadas na audiência está a de quem instalar painéis fotovoltaicos, ou pequenas turbinas eólicas em sua casa, escritório ou indústria poderá reduzir o que paga de consumo e, em casos em que a produção de energia superar o consumo, ganhar um crédito a ser utilizado por um ano. Além desta, propõe-se também um desconto de 80% na tarifa de transmissão e distribuição destas unidades pelos dez primeiros anos de instalação.

O Greenpeace foi um dos expositores na audiência e sugeriu a extensão do crédito de geração de energia por tempo indeterminado, um desconto integral nas tarifas de transmissão e distribuição e a possibilidade do gerador de energia usufruir de um esquema compartilhado de obtenção de créditos de carbono pela redução de gases de efeito estufa.

“O processo da Aneel, se concretizado e transformado em lei, deve representar uma pequena revolução na maneira como a divisão entre consumo e geração de energia é feita atualmente no Brasil”, diz Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energia do Greenpeace. “Vale lembrar que esta proposta é mais uma de um conjunto de incentivos para energias renováveis previsto no projeto de lei PL 630/03, apoiado pelo Greenpeace e parado na Câmara desde 2009”, enfatiza Baitelo.

As propostas, compiladas em um documento, passarão agora por processo de consulta pública, que continua aberto a todos os interessados até a sexta-feira da próxima semana (dia 14.10). Sugestão podem ser enviadas por email (ap042_2011@aneel.gov.br), fax (61- 2192-8839) ou correio (para o endereço SGAN – Quadra 603 –Módulo I – Térreo/Protocolo Geral da ANEEL – Brasília – DF – CEP 70.830-030).


Fonte: Greenpeace

Ajudando o Planeta

Ajudando o Planeta


sábado, 17 de setembro de 2011

Reúso de águas cinzas é lei em Niterói

Globo News - Cidade e Soluções






Conheça os benefícios da reutilização de águas cinzas (da pia, chuveiro, tanque e máquina de lavar) para fins não-nobres, como descarga sanitária, lavagem de pisos e rega de jardim. Em Niterói, RJ, a medida está prevista em lei para edifícios com mais de 500 metros quadrados. E venha conosco visitar o conjunto habitacional de Cubatão, SP, que foi reconhecido pela ONU como exemplo de construção sustentável de interesse social.


Reportagem Jornal do SBT

O maior projeto de reúso de água do mundo




Veja aqui o Cidades e Soluções que mostrou que esgoto tratado pode ser negócio lucrativo – e com muitas possibilidades de aproveitamento. Cedae e Sabesp, as empresas de saneamento das duas maiores cidades do Brasil, estão à frente de projetos ambiciosos. Conheça o maior projeto de água de reúso do mundo, que é do Brasil: é de esgoto tratado a água que será fornecida ao Comperj, o Complexo Petroquímico que está sendo construído pela Petrobras em Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Em São Paulo, o projeto Aquapolo também prevê o fornecimento de água de reúso para abastecer o Polo Petroquímico (será o quinto maior projeto do gênero no mundo).

Prefeituras e empresas também já perceberam que comprar água de reúso, mais barata, representa economia para usos não-nobres, como rega de jardins e calçadas. É o caso de Santo André, no ABC Paulista, e da indústria de linhas Coats Corrente, em São Paulo. E um novo destino para a matéria orgânica do esgoto caminha a passos largos para a viabilidade comercial: a produção de biodiesel, já comprovada em pesquisas comandadas pela Coppe-UFRJ.

sábado, 3 de setembro de 2011

Telhado verde

O Ecotelhado é um jardim suspenso, também conhecido como telhado verde. Esse tipo de cobertura vegetal pode ser instalada tanto em cobertura de prédios (laje) ou sobre telhados convencionais, como o de telha cerâmica, fibrocimento, dentre outros. É possível fazer um telhado com grama ou com plantas.


Os telhados verdes ganharam uma crucial importancia nos centros urbanos trazendo diversos benefícios como:

- Aumento da biodiversidade;
- Redução da velocidade de escoamento da água da chuva na fonte (telh2 - Telhado verde na Petrobras PROCAT.jpgado);

- Aumento da retenção da água da chuva na fonte (drenagem urbana);​
- Limpeza da água pluvial, contribuindo para redução da poluição;
- Redução da emissão de carbono, atenuante da poluição do ar;
- Esses telhados​ ajudam na diminuição da temperatura do micro e macro ambiente externo;
- Conforto térmico e acústico para ambientes internos;
- Contribui para a maior durabilidade dos prédios, pois diminui a amplitude térmica;
- Inclusão social. Aumentando a oportunidade de convívio com a natureza em diferentes locais;
- Contribui significativamente na pontuação de certificações como LEED;
- Funciona como um jardim externo, mas no telhado​ ou cobertura;
- O Ecotelhado (telhado verde, cobertura verde ou jardim suspenso) pode ser instalado tanto em casas como em grandes empresas e indústrias.










quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sabe aquelas garrafas pet?

CONTRUA SUA CASA COM GARRAFAS PET

Garrafas PET podem substituir os tijolos na contrução de moradias? É possível construir desde um muro até a casa toda utilizando garrafas PET ao invés de tijolos.
O custo de uma obra feita com garrafas PET é inferior ao custo de uma obra convencional?
Observe como estas casas foram feitas,o uso de cimento e ferro é muito superior a um projeto convencional, além da mão de obra na preparação das garrafas,que torna o tempo de execução muito longo.
Com uma estrutura como esta das fotos, é possível construir paredes até de papel!


Veja as fotos abaixo:


Enchimento e compactação das garrafas PET.
Usa-se terra úmida ou uma mistura de terra e cimento.


Nesta foto, a base para um canteiro está sendo executada.


Aqui pode-se ver as colunas feitas com garrafas ( usa-se uma coluna armada no centro).




Cordas de nylon ou arame são trançadas para obter ancoramento da da massa de preenchimento.


Observem as garrafas trançadas no encontro de paredes (colunas sem armação).


Revestimento ao nível das tampinhas.


Depois de muito trabalho, garrafas e cimento sem miséria, sua casa pode ficar assim.



VIU COMO É FÁCIL?
Comece a juntar garrafas para construir sua casa.Logo postarei alguns projetos com dicas e material necessário para construir.
É POSSÍVEL CONSTRUIR UMA CASA COM RESISTÊNCIA E ISOLAMENTO TÉRMICO USANDO COMO MATERIAL BÁSICO APENAS GARRAFAS,TERRA E MUITO CIMENTO.


Há alguns meses circula pela web um e-mail com fotos diversas de uma casa em construção. Até aí, tudo bem, mas a casa em questão está sendo construída com garrafas pet no lugar de tijolos! Uma obra surpreendente que modifica o conceito de moradia, não acham?




Vasculhamos diversos sites em busca de mais informações sobre esse projeto, intitulado no e-mail como “Programa Minha Garrafa, Minha Casa” e descobrimos que a casa de garrafas pet foi uma ideia do eletricista Antonio Duarte, do Rio Grande do Norte.

Aos 34 anos, Antonio arregaçou as mangas e colocou em prática um projeto criativo e amigo do meio ambiente, com um custo médio de R$8 mil. Ele contou com a ajuda de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que garantiram que a estrutura é resistente e também deixa o espaço interno mais silencioso e fresco.



A primeira casa de garrafas pet ficou pronta em dezembro de 2009 e depois disso Antonio disponibilizou o passo-a-passo da construção desse tipo de residência:

As paredes são moldadas dentro de fôrmas feitas com madeira e chapas de aço. As garrafas são colocadas entre a massa de cimento e areia, como se fossem o recheio de um sanduíche. Dentro da fôrma, preparam-se também as partes hidráulica e elétrica.
Hora de fazer o contrapiso de cimento, onde todo o encanamento fica embutido.
Depois, as paredes (que não precisam de reboco) são montadas em cima do contrapiso. Elas são “coladas” no chão com a ajuda de 10 cm de concreto.
Começa a fase de acabamento, quando se faz a instalação de tomadas e interruptores e colocam-se as portas e as janelas da casa.
A estrutura toda deve ser coberta com telha colonial. Depois de pintar tudo, a casa está pronta para morar.

Confira uma reportagem da Band sobre o assunto, que mostra uma das casas feitas com cerca de 2.700 garrafas pet:




FOTOS

FOTOS









FOTOS










FOTOS










Pesquisa